Ahhhh… O amor…

Eu estava aqui pensando sobre o amor…

É… sei que parece piada, mas sim, pensei nisso.

O amor que eu pensei não é aquele amor entre os semelhantes, entre irmãos, entre família e aquele blá blá blá todo… pensei sobre o amor romântico, aquela invenção humana que as pessoas insistem em dizer que existe e é infinito e imortal.

Foi a essa conclusão que eu cheguei. O amor romântico não existe.

Apesar de ter sido a partir do julgamento de relacionamentos e sentimentos de terceiros que eu comecei a suspeitar dessa bobagem que é o amor, foi de dentro de mim, da observação da minha “vida amorosa” que eu pude concluir tudo isso.

OK, já sei que vocês devem estar aí pensando: “Tadinha da Lorena, está amargurada!”. Mas posso afirmar que não estou não. Ao contrário, sou muito tranquila com tudo isso. Podem acreditar, é muito mais fácil uma pessoa como você, que jura que ama e é amada(o), se decepcionar e se amargurar, do que uma pessoa como eu, que não tem expectativas quanto ao amor de ninguém, nem tampouco acredita em quem diz que ama.

Não quero aqui dizer que vocês, “amadores”, mentem ao dizer que amam outrém. Longe disso, eu realmente acredito na sinceridade dos seus sentimentos. Quando alguém diz que ama, realmente PENSA que ama. Mas tempos depois, olha pra trás e descobre que não era bem assim.

Tenho um exemplo perfeito para isso, mas não posso de forma alguma publicar aqui (não é ético). Mas se você me chamar num cantinho, ou depois de uma ou outra tequilinha numa madrugada da vida, eu posso até pensar em lhe contar.

Já ouvi inúmeras pessoas e letras de músicas que dizem que o amor verdadeiro não acaba jamais! PELAMORDEDEUS… Alguém então já amou? Me diga que aquele(a) namoradinho(a) de quando você tinha 13 anos de idade ( e que você amava, lógico) ainda é o amor da sua vida. DIGA! Não, você não vai dizer isso não… Porque não é. Como também não é aquele(a) outro(a) que você amava loucamente aos 17 anos e hoje, quando o(a) vê, tem vontade de se matar de tanto arrependimento.

Tá… você ama a pessoa com quem está se relacionando no momento (namorando, casando, noivando, amancebando, pegando, comendo ou como queira chamar). Ama mesmo? Até quando? Admita que você tem dúvidas!

Se você me afirmar que ama alguém neste momento… Quem serei eu pra duvidar? Mas… Ano que vem a gente conversa!

Não diga que ama, quem você não ama!

Não faça promessas que não vai cumprir!

Besitos mis “amores”!

Lorena Lins

5 Respostas até o momento »

  1. 1

    Anita disse,

    O curioso é que se você tivesse escrito isso há exato um ano atrás, eu diria que estás sim armagurada, sim decepcionada, sim de mau humor, sim desiludida. Entretanto, você escreveu isso hoje, e eu também pensava sobre o mesmo assunto hoje.
    Cheguei ao que eu chamo de dicotômia moraseana versus disneyniana.
    A moraseana decorre do “eterno enquanto dure”. Já a disneyniana do “felizes para sempre”. Há quem se disponha a filosofar sobre o tema, mas a discussão pra mim é simplesmente resolvida na competência literária dos autores. Diz aí, quem é melhor:

    Vinícius ou Wal Disney?

    Dã!

    Próximo egnima, Ló :D

    P.S.: O exemplo ali não citado é o meu caso? Se for, por favor, mantenha no sigilo :)

  2. 2

    Anita disse,

    ** correção: WalT Disney

  3. 3

    tequilaelimao disse,

    Não Ana! Não foi o seu caso! Mas poderia ser também né?
    pode deixar que eu sou um túmulo!

    O amor é lindo… pena que é falso!

  4. 4

    Katia Lima disse,

    Gente !
    Choque total.
    O amor não existe então é isso ?
    É uma boa reflexão, mas a conclusão pode deixar a vida um pouco menos colorida.

    Não é ?

  5. 5

    Eduardo Macan disse,

    O amor existe sim, ninguém disse que era fácil encontrar… eu acho que as pessoas em geral confundem amor e paixão.

    Paixão eterna não existe mesmo!


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